Curso gratuito de tecnologia vale a pena? Depende de 3 coisas
Para quem vem de escola pública e quer entrar no mercado digital, o que separa um curso prático que emprega de um curso que só enrola.

O que é o Ciclo Básico
O Ciclo Básico é o primeiro passo do Corre Digital. Não precisa saber programar, nem já ter trabalhado com tecnologia.
Aqui ninguém só assiste aula. A filosofia é aprender fazendo: você usa o que aprendeu no mesmo bloco em que aprendeu, dentro do seu próprio projeto.
As aulas são online, no seu ritmo, e cobrem 4 áreas. Se você nunca ouviu falar em gestão de produto, tudo bem: é exatamente isso que a área de Produto e Gestão ensina, do zero. As outras três são UX e Pesquisa, Negócios e Marketing, e Dados e Tech.
Você não estuda sozinho. Tem mentoria, tem comunidade, e tem um projeto prático rodando em paralelo com as aulas, mão na massa, do primeiro bloco ao último.
Para se formar, são 5 critérios: assistir pelo menos 70% das aulas, entregar pelo menos 70% das atividades, participar da comunidade, entregar o projeto prático completo, e apresentar no final.
Depois do Básico, quem quer se aprofundar numa carreira específica segue para o Ciclo Especialista, com 12 trilhas diferentes.
Como funciona a entrada
Antes de aparecer na primeira aula, tem um passo antes.
Você se inscreve, passa por uma entrevista, e só depois disso entra de fato no Ciclo Básico.
Não é clicar e já estar dentro. É um processo real, com critério real.
Isso existe por um motivo simples. Vaga é limitada, e quem entra precisa estar disposto a seguir até o fim.
A entrevista não é uma prova para reprovar quem não sabe nada de tecnologia. Ninguém espera que você já saiba.
Você não precisa estar pronto. Precisa estar comprometido.
O que se avalia é se você vem de escola pública, e se está disposto a se comprometer com o processo, mesmo sem saber tudo ainda.
A partir da aprovação, a mentoria já começa junto com a primeira aula. Você não fica esperando para ter apoio.
Ela acompanha em 3 frentes: técnica (evolui o seu projeto prático), de carreira (currículo, entrevista, busca de vaga) e pessoal (a parte emocional de começar algo novo).
Tem encontro marcado, e também um canal aberto para quando a dúvida não pode esperar.
Você entra numa turma, com outras pessoas na mesma fase, e a comunidade começa a existir desde o primeiro dia. Ninguém faz o Ciclo Básico sozinho.
É gratuito mesmo? Tem pegadinha?
Antes de clicar em "inscrever", o dedo trava.
E se for pegadinha? E se, lá na frente, aparecer uma cobrança escondida?
A pergunta é justa. Curso "gratuito" com letra miúda existe demais por aí.
No Corre Digital a régua é simples. Gratuito de verdade é para quem vem de escola pública, aluno ou ex-aluno.
Para quem não vem de escola pública, existe uma versão paga. É esse pagamento que sustenta a vaga gratuita de quem vem.
Não é pegadinha. É a conta batendo.
Se você é de escola pública, o cadastro leva menos tempo do que ler o resto deste texto. Faça seu cadastro no Corre Digital.

Por que não é gratuito para todo mundo
Um programa como esse custa para existir. Mentor, conteúdo, acompanhamento: ninguém faz de graça.
O jeito de manter 100% gratuito para quem mais precisa é ter quem pode pagar, pagando.
Simples de entender, difícil de fazer direito. Mas é assim que a conta fecha sem tirar o acesso de quem não tem outra porta.
As 3 coisas que separam curso que emprega de curso que enrola
Preço não é o teste certo. Tem curso caro que enrola e curso gratuito que emprega.
O teste certo tem 3 partes.
1. Projeto real, não certificado bonito
Curso que enrola termina em slide e em um certificado bonito.
Curso que emprega termina em algo que você constrói e mostra depois. Um projeto de verdade, que vira portfólio.
Pergunta para fazer antes de entrar: no fim, o que eu vou ter nas mãos?
2. Acompanhamento depois da aula
Curso que enrola te solta assim que a última aula acaba.
Curso que emprega continua com você no currículo, na entrevista e depois, no primeiro emprego.
No Corre, esse acompanhamento pós-contratação chega a 90 dias. Não é abandono na hora que mais dói.
3. Prova de resultado, não promessa de vaga
Nenhum curso sério promete emprego. Quem promete está enganando ou não entende o próprio negócio.
O que um curso sério mostra é resultado medido. Quantos formados estão empregados, quantos permanecem, quantos evoluíram.
No Corre, a régua pública é 73% de empregabilidade entre os alunos ativos, mais de 90% de retenção pós-contratação, menos de 10% de evasão.
Número pequeno e verdadeiro vale mais que número grande e inflado.

O projeto prático: seu primeiro portfólio de verdade
A gente já falou que projeto real é o que separa curso que emprega de curso que enrola. Vale entender o que isso significa na prática.
No Corre, esse projeto se chama Projeto CD. Ele roda em paralelo com as aulas, com uma entrega por bloco, do começo ao fim do curso.
Não é teoria de um lado e prática de outro. Você aprende um conceito na aula e aplica ele, no mesmo bloco, no seu próprio case.
O case é sempre o mesmo, do início ao fim. São 13 entregas, uma por bloco, cada uma construída em cima da anterior.
- Persona (1): quem é a pessoa que vai usar o que você constrói.
- Mapa da experiência do usuário (2): o caminho que essa pessoa percorre, e onde ela sente dor.
- Pesquisa sobre o problema (3): o que já existe escrito sobre aquilo, antes de sair perguntando.
- Separar certeza de suposição (4): organizar o que você já sabe e o que ainda precisa descobrir.
- Roteiro de pesquisa (5): preparar as perguntas certas antes de ouvir alguém de verdade.
- Pesquisa com pessoas reais (6): ouvir quem vive o problema, não só imaginar.
- Proposta de valor (7): conectar a dor da pessoa com uma solução concreta.
- Modelo de negócio (8): como aquilo se sustenta, não só como funciona.
- Tamanho de mercado (9): quão grande é a oportunidade, com número, não achismo.
- Análise da concorrência (10): o que já existe, e o que te diferencia.
- Plano de métricas (11): o que você vai medir para saber se está dando certo.
- Estratégia de lançamento (12): como colocar aquilo no mundo de verdade.
- Protótipo navegável (13): a versão que dá para clicar, testar, mostrar.
Cada entrega é apresentada ao vivo para um mentor, que dá feedback real, não nota de prova. Você ajusta e segue para a próxima.

No final, você defende o case inteiro numa banca avaliadora. Apresentação, perguntas de quem está avaliando, e direito de réplica. Do jeito que se defende um produto de verdade, para gente de fora do curso.
E aqui está a parte que interessa para entrevista. Cada entrega aprovada vira uma evidência no seu perfil.
Quem for te entrevistar não vê só "concluiu o curso". Vê o que você construiu: a pesquisa que fez, o protótipo que desenhou, com data e tudo.
Portfólio não é o certificado no fim. É o case inteiro que você constrói no meio do caminho.
Empresa contrata quem fez curso gratuito?
Essa é a dúvida que mais trava.
A resposta curta: empresa não olha se o curso foi pago. Olha se a pessoa chega pronta.
Ninguém pergunta numa entrevista se o curso foi pago ou gratuito. Perguntam o que você sabe fazer e o que você já construiu.
O gratuito paga sua mensalidade. Não paga sua vaga. Isso você constrói com o projeto, com a mentoria, com a trajetória que vem depois.
Eles não são exceção. São o padrão de quem teve apoio.
Enquanto você decide, dá pra já dar uma olhada no que existe. O Corre tem um banco de vagas com oportunidades afirmativas e de primeiro emprego, aberto pra qualquer pessoa consultar.
O caminho não para no Ciclo Básico
O Ciclo Básico é o primeiro passo, não o último.
Depois dele, vem uma fase de mercado. Montar portfólio, ajustar o LinkedIn, e começar a se candidatar a vagas de estágio ou de primeiro emprego de verdade.
Quem quer se aprofundar segue para o Ciclo Especialista, escolhendo uma entre 12 trilhas de carreira, com mentoria técnica da própria área.
As trilhas cobrem áreas como Gestão de Produto, UX e Design, Dados, Marketing Digital, Desenvolvimento Front-end e Back-end, entre outras. Cada uma com seu próprio projeto prático, no mesmo formato do Ciclo Básico.
Depois do Especialista, tem uma segunda fase de mercado. Portfólio maior, e simulações mais próximas do que uma empresa parceira pede de verdade.
No final da trajetória, tem o banco de talentos. É onde empresas parceiras buscam quem já passou por tudo isso, para vagas afirmativas.
E mesmo depois de contratado, o acompanhamento continua. Os primeiros meses num emprego novo são os mais difíceis, e é quando o Corre continua por perto.
Você não termina o Ciclo Básico e fica sozinho tentando descobrir o resto. O resto também está desenhado.
Você já parou para pensar no que vai construir, não no que vai pagar?
Perguntas frequentes
O curso do Corre Digital é gratuito mesmo?
Sim, 100% gratuito para quem vem de escola pública, aluno ou ex-aluno. Para quem não vem de escola pública, existe uma versão paga, que sustenta o modelo gratuito.
Curso gratuito de tecnologia vale a pena?
Vale quando tem projeto prático que vira portfólio, acompanhamento pós-curso de verdade (no Corre, 90 dias) e resultado medido (73% de empregabilidade entre os alunos ativos). Sem isso, o gratuito costuma enrolar.
Empresa contrata quem fez curso gratuito?
Sim. O que pesa na contratação é o que a pessoa sabe fazer e o que já construiu, não se o curso foi pago. No Corre Digital, 73% dos alunos ativos estão empregados.
O que separa um curso que emprega de um curso que enrola?
Projeto prático com entregas reais (não só certificado), acompanhamento pós-curso de 90 dias, e dados publicados: 73% de empregabilidade, mais de 90% de retenção.
O que eu aprendo no Ciclo Básico do Corre Digital?
4 áreas: Produto e Gestão (gestão de produto do zero), UX e Pesquisa, Negócios e Marketing, e Dados e Tech, sempre aplicado num projeto prático com 13 entregas reais que vira portfólio.
O projeto prático do curso conta como portfólio?
Sim. São 13 entregas ao longo do curso, e cada uma aprovada vira uma evidência real no seu perfil, visível para empresas parceiras, não só um certificado.
Preciso já saber alguma coisa de tecnologia para entrar no Ciclo Básico?
Não. A entrevista de entrada avalia se você vem de escola pública e está disposto a se comprometer, não conhecimento técnico prévio.
O que acontece depois do Ciclo Básico?
Uma fase de mercado com portfólio e candidaturas, depois o Ciclo Especialista com 12 trilhas, uma nova fase de mercado, e o banco de talentos com mentoria pós-contratação.
Quais são as 13 entregas do projeto prático do Ciclo Básico?
Persona, mapa da experiência do usuário, pesquisa sobre o problema, separar certeza de suposição, roteiro de pesquisa, pesquisa com pessoas reais, proposta de valor, modelo de negócio, tamanho de mercado, análise da concorrência, plano de métricas, estratégia de lançamento e protótipo navegável.
Se você vem de escola pública e quer ver se se encaixa no Corre, o próximo passo é simples.
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